Às margens de um rio ou à beira mar, busco equilíbrio na vertigem silenciosa que é se deixar levar. Não por desleixo ou coisa assim. É que não confio apenas no que brota de mim. Tem um inteiro nada pela frente. Fundo. Absoluto. Amor? Sem fim. Não sei o que me espera. Quem dera. Poder me banhar, me emaranhar nas águas e de tão fluida, quase desaparecer.
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